A Feira do Livro
Sucede que ontem fui à Feira do Livro.
Numa tenda, uns grisalhos soixant-huitards insistiam, muito anacrónicos desafinados, que a cantiga é uma arma. Mas impressiona sobretudo a quantidade de merda que se escreve e edita.
O senhor D. Pedro lá continua com a Carta Constitucional na mão, sem saber muito bem a quem a entregar. Desde 1826.

